Estava olhando aqui, moça, pela janela a chuva que ameaça cair aqui na cidade. Já te disse algumas vezes que Brasília tem as quatro estações do ano em um só dia. Tu riste disso, bem sei. E contaste-me da tua cidade que hoje me é casa, sabe? Entenda-me. Metade de meu coração mora aí contigo, doce. Sabe quando a gente ama alguém, sempre damos espaços e pedaços de nós à pessoa. Dou-te metade de meu coração então, e sei que há reciprocidade em nós. Irmã. Tu que te queixavas de ser a única mulher, que queria confidente, acredito que Deus te tenha providenciado: cá estou.
E sabes que meus dias tornaram-se tão alegres desde que tu começaste a fazer parte dele – pintando cores em meus dias acinzentados. E mostrando-me que os laços afetivos, de amizade são correntes inquebráveis. É alicerce, fortaleza. E quando eu penso em desanimar, tu me vens com palavras tão doces acalentando-me a alma. Olhe. Eu jamais poderia descrever o que há dentro de mim para você, pois realmente é inexplicável. É carinho imenso, amor que vai nascendo a cada amanhecer.
E hoje te digo, doce, que tu me és verdadeira amiga. Daquelas que não estão presentes apenas no dia-a-dia e sim na alma. Eu amo você.
Da tua sempre amiga,
Pâmela.
1 comentários:
Ai que lindo Pâm.
A reciprocidade é imensa sim.
Nossa, fiquei sem palavras!
:´)
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